
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
domingo, 26 de agosto de 2007
Artigo: Os Pecados dos Fariseus

As palavras fortes de Jesus "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas" ecoam através de todo Mateus 23 (versículos 13,14,15,23,25,27,29). Os evangelhos estão cheios de controvérsias entre Jesus e os fariseus (Mateus 9:11,34; 12:2,14,24,38; 15:1,12; 16:6-12; Lucas 11:37-44; 12:1 e muitos outros textos). Quem eram estes fariseus e por que Jesus se opunha tanto a eles? Os fariseus eram um grupo religioso que se originou dois séculos antes de Cristo. Eles eram líderes de um movimento para trazer o povo de volta a uma submissão estrita à palavra de Deus e eram considerados geralmente como os servos mais espirituais e devotos de Deus. A oposição vigorosa de Jesus contra eles deixava muitos perplexos. A maioria das pessoas daquele tempo pensava que se alguém fosse fiel ao Senhor, certamente seriam os fariseus. O Senhor decididamente inverteu os valores do mundo (Lucas 16:15). Se Jesus fosse retornar hoje, a quem ele se oporia? Seriam aqueles a quem respeitamos bastante? Ele nos atacaria como criticava os fariseus? Precisamos pesar as razões por que Jesus os repreendia e então olhar cuidadosamente para nossas próprias vidas (Mateus 5:20; 16:6,12).
Seguiam a tradição
Os fariseus seguiam não somente a lei escrita de Deus, mas também as tradições orais que lhes tinham sido passadas. Eles acreditavam que ambas eram a vontade de Deus. Jesus não seguiu as tradições deles; da¡, eles atacaram-no (Mateus 15:1-14; Marcos 7:1-13). Ele respondeu às críticas deles distinguindo claramente entre a lei de Deus e os mandamentos dos homens. Jesus guardou todas as leis de Deus, mas sempre ignorou as regras do homem. Ele lhes mostrou que, guardando a tradição, os fariseus na realidade quebravam a palavra de Deus (Mateus 15:3-6). Muitas igrejas modernas imitam os fariseus. Elas se agarram a suas tradições acima da palavra de Deus. Muitas delas têm credos ou catecismos junto com a Bíblia aos quais eles dão sua fidelidade. Outros colocam os ensinamentos do pastor, pregador ou papa no mesmo nível com as Escrituras. Jesus advertiu: "Em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens" (Mateus 15:9).
A idéia dos fariseus era colocar uma cerca em volta da lei de Deus. Desde que a lei de Deus proibia o trabalho no sábado, por exemplo, eles proibiam as mulheres de olharem num espelho no sábado. O raciocínio deles: se uma mulher olhasse num espelho poderia ver um cabelo branco e ser tentada a arrancá-lo, e arrancar poderia ser trabalho. Eles Estamos procurando impressionar os homens ou servir a Deus humildemente?estavam procurando fazer uma cerca mais restritiva que a palavra de Deus. O motivo deles era louvável; eles queriam estar certos de que ninguém jamais quebrasse a lei de Deus. Eles pensavam que não rompendo-se a cerca, não se chegaria nem perto de quebrar a lei. Havia apenas um problema com a abordagem deles: se Deus quisesse uma cerca em volta de sua lei, ele mesmo teria construído uma. Ele não o fez; portanto, nós também não dever¡amos fazê-lo (Mateus 23:4; Lucas 11:46). As igrejas de hoje também acrescentam regras que vão além dos mandamentos da Bíblia. Regras extremas quanto ao vestuário e regulamentos minuciosos sobre cada pormenor da vida são certamente herdeiros legítimos da herança farisaica.
A solução para tudo isso é bem simples: examine a origem do ensinamento. Se é de Deus (isto é, está na Bíblia), então deve ser seguido. Se não, não deve, porque "toda planta que meu Pai celestial não plantou será arrancada" (Mateus 15:13).
Buscavam ser honrados
Jesus condenou os fariseus pelo interesse deles em impressionar os outros (observem Mateus 23:5-12; Marcos 12:38-40; Lucas 16:15; 20:46-47). Eles tinham aperfeiçoado diversas técnicas de chamar atenção, como usar roupas especiais para fazê-los parecer mais religiosos, orar e jejuar de modos muito visíveis (Mateus 6:1-18), e disputar pelas posições mais elevadas tanto na sinagoga como no mercado. Eles insistiam em que os outros lhes dessem títulos especiais de respeito, quando os saudassem, porque queriam ser notados e admirados.
Satanás ainda consegue colocar orgulho humano nos corações de muitos "cristãos". Quantos líderes religiosos de nossos dias imitam estes fariseus em quase todas as minúcias, usando roupagem especial para distingui-los como "clérigos", usando títulos especiais, e adorando com grande pompa e cerimônia? A religião nos nossos dias tem sido reduzida a uma questão de espectadores aplaudindo os atos deslumbrantes daqueles que estão no palco. O holofote têm sido apontado para o pastor eloqüente, cheio de si, de maneira que poderia causar inveja até a um fariseu. Estamos procurando impressionar os homens ou servir a Deus humildemente?
Amavam o dinheiro
Os fariseus eram cobiçosos (Lucas 16:14). Jesus os acusou de roubalheira (Mateus 23:25) e de devorar as casas das viúvas (Marcos 12:40; Lucas 20:47). É difícil saber exatamente como eles "devoravam" as casas das viúvas; talvez persuadindo-as a fazer grandes doações. Certamente, pessoas de má fé no meio religioso hoje em dia têm explorado os pobres e velhos forçando-os a fazerem doações além de suas condições. Alguns até ridicularizam as doações pequenas (chocante, à vista de Lucas 21:1-4; Marcos 12:41-44) e garantem bênçãos financeiras do Senhor em troca de enormes ofertas. Claramente, assim como seus mentores antigos, eles cobrem sua exploração com um verniz de fervor religioso (observe as longas orações de Marcos 12:40; Lucas 20:47). Não é de admirar que Jesus advertisse: "Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas, porque rodeais o mar e a terra para fazer um prosélito; e, uma vez feito, o tornais filho do inferno Os hipócritas religiosos de nossos dias cumprem seus deveres religiosos externos perfeitamente, mas permitem que pecados como orgulho, inveja e ódio floresçam por dentro.duas vezes mais do que vós" (Mateus 23:15).
Viviam hipocritamente
Os fariseus eram falsos, pretendendo ser algo que não eram. Eles limpavam minuciosamente o exterior (a parte que as pessoas podiam ver), mas negligenciavam a justiça interior (Mateus 23:23-33). Eles invertiam o que era racional. Uma vez que o pecado começa no coração, a operação de limpeza tem que começar aí também. Jesus comparou a maneira farisaica com alguém que limpasse cuidadosamente o exterior de uma taça ou prato, mas deixasse comida apodrecendo por dentro sem se importar com isso. Conquanto não se queira beber numa taça que esteja suja por fora, a primeira preocupação é com a limpeza interior. Os hipócritas religiosos de nossos dias cumprem seus deveres religiosos externos perfeitamente, mas permitem que pecados como orgulho, inveja e ódio floresçam por dentro.
Os fariseus demonstravam hipocrisia de um segundo modo. Eles desequilibravam-se, dando o dízimo de cada pequena erva enquanto ignoravam totalmente os princípios mais importantes da vida espiritual. Jesus comparou-os com alguém que se certificasse de ter coado cada mosquito de sua bebida; após, porém, engolisse um camelo inteiro! Ele não estava criticando a insistência farisaica por um dízimo rigoroso, mas dizendo que a ênfase precisava ser posta na fidelidade, no amor e na justiça. Infelizmente, os escrúpulos dos fariseus em atender às minúcias deixavam que eles se sentissem justificados por negligenciar princípios elementares da lei. Do mesmo modo, muitas igrejas de nossos dias ressaltam pontos relativamente menores à custa da negligência completa dos assuntos de maior peso. Quando elas têm maior interesse pelo exato comprimento do cabelo de uma mulher ou pelo uso de gravata pelo homem e interessa-lhes menos a honestidade, a pureza moral e o amor a Deus, estão seguindo perfeitamente no caminho trilhado pelos fariseus.
Eram cegos
Jesus expôs a cegueira de sua geração (Mateus 13:13-15). Apesar de examinarem as Escrituras diligentemente, os fariseus deixavam de ver o que elas estavam indicando (João 5:39-40). Sua pesquisa exaustiva e horas incansáveis de estudo não produziam para eles discernimento da verdadeira mensagem da Bíblia.
O que causava a cegueira deles? Eram preconceituosos, permitindo que seus desejos velassem o que as Escrituras ensinavam. Seu orgulho impedia-os de se humilharem o suficiente para permitirem que o Senhor abrisse seus olhos (João 7:45-52; 9:24-34). Eles deturpavam as palavras que Jesus dizia e negavam seus milagres (Mateus 12:22-24). Eles recorriam a desonestidade absoluta (Mateus 28:11-15). A questão penetrante é: somos cegos também? Ler a Bíblia não nos imuniza. Somente um coração terno e um amor pelo Senhor nos capacitarão a entender as Escrituras que lemos.
Rejeitavam o Propósito de Deus
"Todo o povo que o ouviu e até os publicanos reconheceram a justiça de Deus, tendo sido batizados com o batismo de João; mas os fariseus e os intérpretes da lei rejeitaram, quanto a si mesmos, o desígnio de Deus, não tendo sido batizados por ele" (Lucas 7:29-30). Os fariseus rejeitaram a Deus, recusando-se a serem batizados por João. Hoje, quando as pessoas argumentam contra ou tentam mudar o padrão bíblico do batismo, elas imitam os fariseus e negam o propósito de Deus.
Talvez não nos surpreenderíamos ao saber que os homens ainda agem como fariseus. Os homens não mudam muito. Deus não muda nunca. Ele se opõe aos modernos fariseus da mesma maneira que se opunha aos antigos. "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas..."
Escrito por Gary Fisher
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
Vasculhando o site de vídeos “youtube” podemos encontrar várias coisas. Mas é impressionante o número de clipes e pregações.
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Blog Musicalidades by Korban entrevistou Paula Costa do Ministério U.R. de louvor

Ela é umas das vocalistas do ministério U.R. de louvor e aqui nos fala um pouco da sua experiência ministerial e sobre as mudanças na musica gospel.
Musicalidades: Qual a sua opinião em relação à comunidade evangélica da cidade? Ela está
cumprindo seu papel na sociedade que é transmitir o amor de deus?
Paula Costa: Realmente a igreja esta passando por uma revolução muito grande a cada dia, a alguns anos atrás a igreja estava perdendo seu foco pois estava mais preocupada com regras a religiosidade.
Hoje a igreja realmente esta mudando.
Musicalidades: Quantos anos esta envolvida no ministério de louvor?
Paula Costa: Estou envolvida nesse meio a cerca de 6 anos, entrei no ministério de louvor em 2001 quando participava do louvor na comunidade evangélica Betuel. Hoje faço parte do Ministério U.R. da Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, creio que esse é o chamado de Deus pra minha vida.
Musicalidades: Fale mais sobre suas experiências nos ministérios de louvor.
Paula Costa: Seis anos dá pra contar muitas historias, bom, desde a idade de 10 anos eu sentia um chamado muito forte pra musica, sempre gostei muito de cantar, muitas pessoas falavam que eu tinha uma voz legal, e quando entrei no ministério de louvor eu tinha apenas 15 anos entrei um pouco tímida, com 16 anos fui morar em Natal e lá eu fiz aula de técnica vocal, isso me ajudou bastante a soltar mais a voz, e quando voltei pra Mossoró e pro ministério de louvor, senti o chamado de Deus mais forte em minha vida com relação a ministrar louvor, e a cerca de dois meses conversando com os outros músicos do U.R., notei que tínhamos os mesmos propósitos, eu percebi que Deus queria trabalhar em minha vida. no ministerio U.R. e Fabinho ja havia me convidado antes para estar cantando com eles, entao resolvi entrar no U.R. e Deus tem abençoado muito minha vida e o U.R., graças a Deus, creio que ele tem grandes coisas pra esse grupo.
Musicalidades: Nos últimos anos alguns grupos têm revolucionado a música gospel, você acha que esse foi o propósito de Deus ou é apenas uma tendência do mercado?
Paula Costa: É um propósito de Deus e as pessoas estão o alcançando através dos louvores. Hoje a musica evangélica tem sobressaído muito, as pessoas estão mais aptas a ouvir musica gospel, não importa no que ela acredite, temos visto estilos variados com letras profundas falam mais do amor e da misericórdia de Deus, acredito que Deus quer revolucionar muito nos louvores. Temos grupos maravilhosos tanto em técnica como em unção, exemplo do Trazendo a Arca, Diante do Trono, Hillsong e muitos outros. O músico cristão tem superado o musico secular. O louvor tem levado a palavra de Deus pelos quatros cantos da terra.
Musicalidades: Quais são suas principais influências musicais?
Hillsong Music, Hillsong United, Aline Barros, Trazendo a arca, Nivea Soares, Fernanda Brum, essas são as maiores influencias que eu tenho com relação a louvor e adoração, mas também gosto de muitas bandas no geral, que acabam influenciando bastante meu estilo musical. Também sou apaixonada por pop rock e metal, como P.O.D., Switchfoot, Stauros, Blindside, Skillet, mxpx, Jacob Dram, Across the sky, Stacie Orrico, Dc Talk, Promisses, khorus, nossa se eu for falar de todas as bandas que eu gosto não vai caber em toda a pagina, bom esses são apenas alguns exemplos, dai da pra ter uma noção do que eu gosto basicamente, principalmente que adoro musica internacional.
Deus é um deus de paixão.
Á medida que nos aproximamos dEle, invade-nos uma paixão por algo que também o apaixona, para que assim possamos ser Sua voz e agir conforme Sua vontade no mundo. A paixão pode ter diferentes origens. Ás vezes pode surgir como resposta a um problema ou necessidade existente também pode surgir a partir de um sentimento nutrido por um ideal, uma causa ou um grupo de pessoas. Seja qual for a motivação, o fato é que quando há paixão nos esforçarmos por fazer diferença em relação ao objetivo de nossa paixão. Quando sentimos paixão por algo, não podemos deixar de falar disso, pois está dentro de nosso coração – e a boca fala daquilo que o coração está cheio! Nós nos complicamos muito procurando descobrir qual é a vontade de Deus para nós, quando descobri-la é tão simples quando responder a essa pergunta: O que o apaixona?
Escrito por: Juan Veereckenquarta-feira, 8 de agosto de 2007
Bom galera estamos produzindo nossa mais recente linha de camisetas com a nova logo do Korban. A impressão e os tecidos são de ótima qualidade.
Interessados devem procurar algum representante da Korban.
ou deixem comentários com seus e-mail que logo entraremos em contato.
sábado, 4 de agosto de 2007
